sábado, 16 de abril de 2011

Chaotic

Chaotic narra a história de um garoto chamado Tom, adolescente e seu amigo Kaz. Ambos jogam o Chaotic Trading Card Game e o Jogo Online. Kaz sempre tenta dizer Tom sobre um código secreto para jogar de verdade que Tom se recusa a acreditar. Enquanto estava jogando online Tom recebeu uma senha especial. Quando ele entra a senha em seu scanner que ele é transportado para um lugar chamado Chaotic que é capaz de levá-lo para um outro mundo onde os personagens, locais e itens no jogo de cartas são reais.

Existem duas partes para o mundo Chaotic, ele próprio e Perim. Chaotic é onde as pessoas desempenham uma versão avançada do cartão / jogo online onde os transformar em criaturas. Os jogos podem ser vistos por outros jogadores.

A segunda parte é Perim. Em Perim as criaturas, localizações e itens do jogo são reais. Os jogadores podem se trasportam de Chaotic para Perim e vice-versa, e digitalizar as localizações, criaturas e itens com seus scanners, ganhando a capacidade de utilizá-los em seu jogo. Existem quatro tribos em Perim. Duas tribos, os Outro Mundo e os Sub Mundo, têm estado em guerra, ao longo de um grande poder chamado Cothica. Apesar dos seus nomes, não existe uma tribo do bem ou do mal, uma vez que ambos têm diferentes histórias e interpretações de como a guerra começou, com cada tribo vendo o outro como sendo o mal. Os Danians e Mipedians já aderiram à guerra, transformando-o em um conflito sobre Cothica. Diz-se que o Mipedians eram unidos com o Outro Mundo e os Danians unida com o Submundo.

Toda a Perim é constituída por um misterioso código chamado de "Código Chaotic", que descreve tudo. A razão para o seu nome é o código que muda constantemente de forma aleatória, portanto, é considerada "caótica". Em Perim, que contém as informações para todas as criaturas, equipamentos de batalhas, ataques, magic (um cruzamento entre música e magia), e localizações. A Cothica, acima mencionado, é a fonte de todos os códigos em Perim. Em Chaotic, o código descreve tudo, como em Perim; Chaotic no entanto, o BattleDromes, transportadores e CodeScanners pode analisar e / ou modificar este código para os jogos, o transporte, ou a criação de cartões virtuais.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Street... Fight

História Street Fighter II foi um game de Arcade lançado em 1990, pertencente a série Street Fighter. Street Fighter II ajudou a popularizar o gênero dos games de luta, abrindo espaço para diversos outros. É uma das franquias mais bem-sucedidas da Capcom e também é considerado por muitos um dos melhores games de todos os tempos. Esta versão número II do street fighter também conheceu o seu sucesso através de Trilhas Sonoras bem-trabalhadas desta vez, como a melodia inspirada em elementos chineses no estágio da Chun-Li e na melodia adaptada de guitarra do estágio do Guile, sendo que todos os sons do jogo são disponíveis para escuta nos menus iniciais do jogo; é possível inclusive encontrar versões realizadas por bandas fans na internet em piano e/ou guitarra, alguns até com letra (vocal) não-oficial. O jogo também inovou a forçar o protagonista viajar por diferentes países através de cenários locais, como os elefantes na fase do Dhalsim, elementos japoneses nos estágios de E. Honda e Ryu (mostrando cenários tipicamente orientais) e inclusive um estereótipo do interior brasileiro na fase relativa ao Blanka. Curiosidades Em 1991,quando foi lançado Street Fighter II: The World Warrior, a Capcom dos EUA, decidiu por trocar os nomes de 3 dos 4 chefes finais. Isto porque o boxeador Balrog, como é conhecido nos países ocidentais, é chamado de Mike Bison / M. Bison (pronuncia-se Maique Baisson) no Japão, em alusão à Mike Tyson, o boxeador. A fim de evitar um possível processo vindo do ex-empresário do lutador, Dom King, eles preferiram trocar os nomes, só Sagat que não sofreu a mudança. E então ficou assim: M.Bison (Ocidente) - Vega (Japão) Balrog (Ocidente) - M. Bison (Japão) Vega (Ocidente) - Balrog (Japão) Em Street Fighter II - The World Warrior (arcade) era possível efetuar uma combinação de movimentos com Guile, no qual o mesmo ficava totalmente "paralisado" até ser golpeado ou desativado com outro movimento específico. Em algumas versões, o bug forçava o resetamento do sistema e a reinicialização do arcade. Um bug parecido foi descoberto posteriormente com a Chun-li em Street Fighter II - Turbo Hyper Fighting para SNES. A revista americana EGM publicou uma coluna sobre um possível personagem secreto em Street Fighter II - The World Warrior. Seu nome era Sheng Long (o nome do dragão do famoso anime Dragon Ball), o suporto mestre de Ryu e Ken, que apareceria no último estágio do jogo para derrotar Vega/M.Bison e posteriormente desafiar o player que conseguisse chegar ao final sem sofrer nenhum dano e sem perder nenhum round. Fotos reforçaram a farsa que rapidamente se espalhou pelo mundo. Após o ocorrido, em nota oficial, a mesma revista desmentiu o boato, alegando uma brincadeira comemorativa ao primeiro de abril. Mais tarde, a própria Capcom lançaria Gouki/Akuma(Gouiku é semelhante ao nome de Goku, o personagem principal do anime Dragon Ball) em Super Street Fighter II - Turbo, nos mesmos moldes do boato publicado pela revista americana. Street Fighter II Champion Edition é até hoje jogada em países sulamericanos, como Brasil e Chile e em outros países asiáticos, como China e Coréia do Sul, que ignoram as versões mais atualizadas de Street Fighter II. Países como Turquia e Indonésia também possui representatividade considerável. Atribui-se a um brasileiro o título de melhor jogador de Street Fighter II Champion Edition do mundo. Seu nome é Anderson Sogoj dos Reis, vulgo Bonus Stage, morador do Rio de Janeiro e vencedor de inúmeros campeonatos, partidas (mais de 9000) e disputas internacionais no cenário online e em arcades nacionais.